Chove, Deus está morto. E as estrelas, tranquilas. (Episódio 2)

"Um romance de moda", disse Álvaro Lins, o renomado crítico, sobre Chove nos campos de Cachoeira (1941), o romance seminal de Dalcídio Jurandir. Apesar de tal juízo, completamente equivocado -- o tempo é a prova! --, Lins também vislumbrou algo que, confuso, assim expressou: "alguma coisa de essencial que atravessa subterraneamente o romance". Que "coisa" é esta que assombrou e confundiu o crítico? Terá sido a mesma "coisa" vista pelo jovem Benedicto Monteiro, conforme suas palavras, décadas depois, em Transtempo (1993), obra em que faz um balanço das experiências mais significativas de sua longa trajetória? E quanto a Drummond, o poeta, também a terá vislumbrado? Neste segundo episódio da série "Em torno de Irene" eu aponto caminhos a propósito da experiência estética desta "coisa", da qual talvez possamos dar expressão com o juízo "SUBLIME!". Tu conheces o "Chove"?

Nesse segundo episódio (Veja o primeiro AQUI), o filósofo Edilson Pantoja destrincha o primeiro romance de Dalcídio Jurandir. Confira!



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